Perder fios todo dia é normal — até certo ponto. O problema começa quando a queda se intensifica ou não para. Entender a causa é o primeiro passo para tratar.
A queda de cabelo raramente tem uma causa única. Na maioria dos casos, é uma combinação de fatores. Conhecer os mais comuns ajuda a saber quando procurar avaliação profissional.
Alterações hormonais — como pós-parto, menopausa ou disfunções da tireoide — estão entre as causas mais frequentes de queda, especialmente em mulheres. O padrão costuma ser difuso, com afinamento gradual dos fios.
Ferro, zinco, vitamina D e proteínas têm papel direto na saúde dos fios. Dietas restritivas e carências nutricionais podem enfraquecer o cabelo e aumentar a queda.
O estresse crônico pode empurrar muitos fios para a fase de queda ao mesmo tempo — um fenômeno conhecido como eflúvio telógeno. O efeito costuma aparecer semanas depois do gatilho.
Oleosidade excessiva, descamação e inflamações comprometem o ambiente onde o fio nasce. Um couro cabeludo desequilibrado favorece o enfraquecimento capilar.
A predisposição genética (alopecia androgenética) é uma causa importante tanto em homens quanto em mulheres. Quanto mais cedo identificada, melhores as chances de manejo.
Se a queda persiste por mais de algumas semanas, se intensifica ou vem acompanhada de coceira, descamação ou falhas visíveis, é hora de buscar uma avaliação capilar profissional. O diagnóstico identifica a causa real e orienta o tratamento adequado — sem suposições.
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O primeiro passo é uma conversa — sem compromisso, com dedicação total à sua saúde capilar.