É aquela queda repentina e intensa que aparece "do nada" — punhados de fios no travesseiro e no ralo. Assusta, mas costuma ter um gatilho identificável e, na maioria dos casos, é reversível.
No eflúvio telógeno, um número grande de fios entra ao mesmo tempo na fase de queda (fase telógena). O resultado é uma perda difusa e intensa, geralmente por toda a cabeça — diferente das falhas localizadas de outras condições.
Esse tipo de queda quase nunca vem sozinho. Costuma surgir semanas após um gatilho, o que dificulta a associação. Os mais comuns:
Na maioria dos casos é reversível. Identificado e tratado o gatilho, o ciclo capilar tende a se normalizar. O acompanhamento ajuda a acelerar a recuperação e a evitar que a queda se prolongue.
Se a queda passa de algumas semanas, se intensifica ou não dá sinais de melhora, vale uma avaliação. Às vezes o eflúvio telógeno coexiste com outras causas — e só o diagnóstico diferencia.
Cada caso é único. Antes de qualquer tratamento, uma avaliação capilar identifica a causa real e define a conduta adequada — com transparência sobre o que esperar. Quando há indicação médica, o acompanhamento com dermatologista é parte do cuidado.
O primeiro passo é uma conversa — sem compromisso, com dedicação total à sua saúde capilar.